O essencial



Quando essa crise do Coronavirus - Covid19 chegou, fomos todos pegos de surpresa. As reações foram diversas, o Estado não tinha regulamento certo e o Judiciário optou por dividir as ações descendo ao nível de estados e municípios, o que impediu uma diretriz única e acabou alongando a curva da infecção, sem parâmetros de medições da assertividade das ações implementadas.


Dito isto, transferimos o texto para as ações de nossas entidades antes, durante e depois desse evento. Nossos Sindicatos vinham trabalhando e reagindo a uma mudança em sua base de sustentabilidade imposta pelo fi m da Contribuição Sindical. Certo ou errado, esperada ou não, aconteceu e as entidades estavam buscando uma maior aproximação de suas bases e um aumento na relevância de suas ações, agregando valor e aumentando o associativismo. Neste momento o mundo parou. As empresas fi caram órfãs de seu faturamento porém, não de seus compromissos e responsabilidades. O medo do futuro incerto atingiu a todos os empresários em maior ou menor grau, mas atingiu.



E nossas entidades?



Inspiradas pelo compromisso de servir suas empresas, correram para o "home offi ce" e não descansaram. Aumentaram intensamente o relacionamento com as empresas, captaram demandas, interagiram com outras entidades, repassaram pleitos, exigiram soluções e levaram tranquilidade, respostas e soluções, fruto de um trabalho conjunto e ordenado, orquestrado por nossa Federação e seu presidente Paulo Skaf, que não parou um só dia e buscou atender a todas as demandas, fazendo ver ao governo que passada a crise de saúde, teríamos uma enorme crise de empregos e arrecadação se não preservássemos as empresas.


Com certeza, muito foi feito, muito foi conseguido. Acompanhamos as liberações de crédito para folha, para giro, prorrogação de impostos, postergação de exigências de certidões, protocolos de reabertura, e toda a interação necessária com todos os poderes.


Sem dúvida, "das crises surgem as oportunidades" e o que começou como uma operação de guerra com o desenho de o pior dos horizontes possíveis para todos, tornou-se uma excelente oportunidade de aproximação entre as empresas e seus representantes, que puderam interagir com o governo, preservando as empresas e cumprindo seu importante papel de intermediação negocial, não apenas na área trabalhista, como por muitos era sempre visto.


A crise não terminou. O "novo normal" como tem sido tratado o pós pandemia está se acomodando e mostrando que muito terá de ser feito. Setores irão ter de se adaptar, uns mais, outros menos. O Comércio Eletrônico atuou de forma brilhante nesse período, mas não é visto pelos especialistas como substituto do varejo e tudo isso acaba sendo especulativo e incerto.


Certeza mesmo, temos de que o relacionamento entre as entidades e suas empresas representadas acentuou-se muito neste período. A efetividade das ações foi muito importante, sendo sentida e reconhecida. Um caminho se abriu e cabe a nós, representantes das entidades, aproveitar essa estrada, manter esse rumo, aprofundar as trocas, atender as empresas e manter acesa essa chama de valorização que o momento nos ofereceu, agregando sempre valor e aumentando a relevância de nossas entidades e por consequência o associativismo.


"Juntos somos mais fortes"




















Sindicatos em Ação - Julho 2020

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