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I Encontro Sindical promove a integração entre empresários

 

O Sindijoias, o Sincojoias e o Sindilouça promoveram nos dias 7, 8 e 9 de novembro, o 1º

Encontro Sindical. O evento, idealizado pelo presidente do Sindijoias, Aliomar Nogueira Teixeira, tem por objetivo promover a integração dos Sindicatos, permitindo aos associados a discussão de temas em comum.

 

O primeiro evento, realizado na cidade de São Pedro, no interior de São Paulo, contou com palestra do consultor em empresa familiar Domingos Ricca e um churrasco de confraternização. Para Aliomar Teixeira, o grupo que se formou ficou muito interessante. “O fato de termos outros Sindicatos, totalmente diversos do segmento joalheiro foi ótimo.

 

Temos fabricantes de louças, de pisos e até descobrimos um piso resistente a abrasivos indicado para nossas empresas de galvanoplastia e fudição. Então, um encontro desses, totalmente descontraído, ninguém pensando em fazer negócios e de repente, encontramos soluções para problemas antigos, como foi a questão do piso”.

 

Para o presidente do Sindijoias o evento tende a crescer. “Outros Sindicatos se envolverão. Estive em Brasília, no Enai, conversei com outros Sindicatos que não vieram por outros compromissos, mas estão interessados. Essa expectativa de quando será o próximo me deixa muito satisfeito. É uma inovação e essa tentativa de apresentar o diferente deu certo”.

 

O presidente do Sindilouça, Angelo Carmelo Consolo também se mostrou satisfeito com o resultado. Para ele a palestra foi muito boa. “Domingos Ricca é um excelente profissional, mostrou competência em todos os setores e além de tudo fez uma palestra diferenciada, pois falou para o casal, que é quem decide dentro de uma instituição familiar”. Ele considerou positivo o número de participantes e importantíssimo salientar que o encontro visa a interação entre as diretorias de cada sindicato, de forma que estes possam planejar e trocar ideias inovadoras, elevando cada vez mais o Sindicato e seu associativismo.

 

Participantes

Haroldo Zago, diretor do Sindilouça, gostou do tema da palestra. “É um assunto muito estimulante na medida em que o nosso Sindicato, até onde conheço, é formado de empresas pequenas, que uma hora ou outra enfrentarão problemas de sucessão. O assunto é extremamente pertinente e a união de vários Sindicatos torna o assunto cada vez mais interessante”.

 

O diretor do Sindijoias, Valdemir de Melo Junior levou a esposa e filhos ao evento. “Estamos aproveitando muito. Assistimos a palestra e foi maravilhosa, bem propícia”. O filho dele, Otávio, de 10 anos, comemorou a ida ao evento. “Achei que ele ia me deixar em casa. Gostei de ter vindo, aqui é muito legal”.

 

Para Patrícia Zanini, diretora do Sindijoias, o evento foi “maravilhoso”. “Nos últimos tempos venho percebendo os esforços do presidente em unir os empresários e acho isso muito importante. Era o que faltava no nosso segmento. É o primeiro encontro, mas espero que não seja o último”.

 

Paulo César Carvalho, do Dempi (Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria da Fiesp), que também participou do evento, considerou muito oportuna a iniciativa. “Como empresários não nos preparamos adequadamente para a sucessão e em alguns casos, principalmente quando existem muitos sócios, a sucessão pode se tornar traumática. Esse tipo de evento ajuda bastante nesse sentido”.

 

Palestra

Além de integrar e trocar experiência o 1º Encontro Sindical também iniciou a discussão de um tema comum à maioria das empresas: a sucessão familiar. O consultor da Ricca & Associados, Domingos Ricca, abordou a questão da gestão das Empresas Familiares, destacando que a continuidade da empresa passa pelo sonho do fundador. “Ele imagina e realiza. O segundo ponto é perpetuar o negócio. Essa perpetuação só vai acontecer se ele passar por um processo de profissionalização”.

 

O consultor fez questão de ressaltar que a profissionalização significa definir quem ocupará o lugar do fundador quando ele não estiver mais. Ricca diz que a empresa começa na palavra, na credibilidade do fundador, que faz parte da sua cultura. No entanto, isso não pode ser passado para a segunda geração. “Na primeira geração você escolhe o sócio. Na segunda não. E nem sempre isso é um mar de rosas, por mais que a empresa esteja estabilizada”.

 

Na visão do consultor, o grande problema da empresa familiar é o poder e a relação conjugal. “Se não houver transparência, a empresa perde. A família tem que entender que em primeiro lugar está a empresa, pois sem ela não existe ninguém. Então, a empresa não pode se adaptar às pessoas. São elas que precisam se adaptar à empresa”.

 

Após a palestra os empresários participaram de um churrasco de confraternização que contribuiu ainda mais para a troca de ideias e a interação dos convidados. “Mais que a palestra considero como ponto alto do evento as oportunidades de trocar ideias que surgiram ao longo dos dois dias. No jantar todos puderam conversar descontraidamente, assim como depois do churrasco quando fomos “bater papo” na piscina tomando uma caipirinha. Era isso que queríamos com o evento, criar um ambiente leve e de aproximação entre as pessoas”, comemora Aliomar Teixeira.

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